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IGP participa de discussão sobre violência doméstica

Debate revela a importância da escola na educação contra a violência

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Participantes discorrem sobre tipos de violência e como combatê-la
Participantes discorrem sobre tipos de violência e como combatê-la - Foto: IGP/RS
Por Ascom/IGP

A Coordenadora do Serviço de Atenção Psicossocial do IGP, Angelita Rios, participou hoje  (09), de live realizada pela Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos com o tema “Violência Doméstica: A educação como agente transformador”. O encontro discutiu como as escolas podem combater a violência contra mulheres, jovens e adolescentes, e como pode transformar as relações sociais e de gênero. As participantes ressaltaram como os professores podem ampliar o olhar frente aos casos que ocorrem nas escolas. "A escola é a instituição com maior potencial para revelar casos de violência. Uma vítima expressa no olhar, no jeito que se comporta. O professor pode, ao se deparar com isso, acolhê-la e, logo após, procurar as autoridades.” afirmou a coordenadora.

Parte da discussão foi voltada à origem da violência e as formas que ela adota. A violência contra a mulher não se limita à agressão física: os abusos psicológico e moral são mais frequentes. Muitas acabam reproduzindo o estereótipo que era propagado antes de pautas de igualdade de gênero virem à tona e acabam assumindo papéis de submissão.

“A violência pode ser combatida com discussões sobre o tema. A escola pode fazer parte desse processo transformador, criando um ambiente de respeito e igualdade." reiterou  Angelita Rios.  

A Live contou também com a participação da Juíza e Líder do Projeto Ações nas Escolas do comitê Interinstitucional de Enfrentamento à violência contra a mulher, Fabiana Pagel; com a Psicóloga e Gerente do Instituto Avon, Mafoane Odara; Ivanete Pereira, Gestora do CUFA (Centro da Juventude Cruzeiro) e Ivonete Carvalho, Comissária de Polícia do Dadipe/DPGV.

IGP-RS